Vidoeiro-branco

Vidoeiro-branco
ᅠEspécieBetula pendula Roth
ᅠFamília➔Betulaceae
ᅠOrdem➔Fagales
ᅠClasse➔Magnoliopsida
ᅠDistribuição Geral➔Quase toda a Europa, oeste da Sibéria, este da Ásia e África (norte de Marrocos)
ᅠNome(s) comum➔Bétula-pendula
ᅠᅠᅠᅠᅠᅠᅠᅠᅠᅠᅠᅠᅠᅠᅠᅠᅠᅠᅠAbedul, bétula
ᅠᅠᅠᅠᅠᅠᅠᅠᅠᅠᅠᅠᅠᅠᅠᅠᅠᅠᅠVidoeiro-pendula

ᅠSubgénero: Betula subg. Betula
ᅠÉpoca Floração➔Abril a Maio

ᅠCuriosidades:
➔O vidoeiro-branco (nome científico: Betula pendula), também chamado bétula-branca e vidoeiro-prateado é uma espécie de árvore caducifólia do género Betula.
➔É uma árvore muito comum na generalidade da Europa, que se encontra desde a Noruega até à Sicília, embora nas região mais a sul só se encontre a maiores altitudes.
➔Também se encontra no sudoeste da Ásia, nomeadamente nas montanhas do norte da Turquia e no Cáucaso.
➔As espécies Betula platyphylla do norte da Ásia e a Betula szechuanica da Ásia Central
➔São também consideradas variedades da Betula pendula por alguns botânicos, que as designam, respetivamente, por B. pendula var. platyphylla e B. pendula var. szechuanica.
➔Há ainda quem apresente Betula pendula como sinónimo de Betula alba.
ᅠDescrição:
➔A bétula prateada atinge tipicamente 15 a 25 m (49 a 82 pés) de altura (excepcionalmente até 31 m (102 pés)), com um tronco delgado geralmente abaixo de 40 cm (16 pol.) de diâmetro.
➔A casca do tronco e dos ramos é castanho-dourada no início, mas depois torna-se branca como resultado do desenvolvimento de um tecido de papel na superfície e descascando em flocos
➔A casca permanece lisa até que a árvore fique bem grande, mas em árvores mais velhas, a casca fica mais espessa, tornando-se irregular, escura e áspera.
➔As folhas têm caules curtos e delgados e medem 3 a 7 cm (1,2 a 2,8 pol.) de comprimento.
➔As folhas são triangulares com bases largas, dentadas e em forma de cunha, pontas pontiagudas delgadas e margens serrilhadas grosseiramente duplas.
➔Os caules são pegajosos com resina no início, mas esta seca com o envelhecimento, deixando pequenas escamas brancas.
➔No meio do verão, os amentilhos femininos amadurecem e os masculinos se expandem e liberam pólen, e ocorre a polinização pelo vento.
➔As pequenas sementes com asas de 1 a 2 mm amadurecem no final do verão em amentilhos cilíndricos pendentes de 2 a 4 cm (0,8 a 1,6 pol.) de comprimento e 7 mm (0,3 pol.) de largura.
➔As sementes são muito numerosas e separadas por escamas e, quando maduras, todo o amentilho desintegra-se e as sementes se espalham amplamente pelo vento.
➔Os amentilhos imaturos estão presentes durante o inverno, mas os amentilhos femininos desenvolvem-se na primavera, logo depois que as folhas se desenrolam.
➔A espécie é monóica com amentilhos machos e fêmeas encontrados na mesma árvore.
➔Os ramos jovens têm verrugas de resina esbranquiçadas e os ramos são delgados, sem pelos e frequentemente pendentes.
➔Os botões são pequenos e pegajosos e o desenvolvimento é simpodial - o botão terminal morre e o crescimento continua a partir de um botão lateral.